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O que é implante coclear?

11 de maio de 2012 às 17:55Comente!

A técnica do implante coclear já existe há mais de 30 anos e permanece inovadora, acompanhando os avanços da tecnologia e contando com o constante aprimoramento e capacitação dos profissionais da área. O estímulo de políticas governamentais e autorização do uso pelos planos de saúde também estão permitindo uma popularização do implante, tornando-o uma das soluções mais eficazes para os problemas ocasionados pela surdez, juntamente com a protetização auditiva.

O implante coclear consiste num mecanismo de alta tecnologia implantado cirurgicamente na orelha, que estimula diretamente o nervo auditivo,transmitindo sinais elétricos que serão decodificados pelo córtex cerebral. O aparelho fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.

É composto por dois componentes, um interno, formado por um grupo de eletrodos e um aparelho receptor, e um externo composto de um microfone, processador de fala, um codificador e um transmissor. A comunicação entre os componentes externo e interno é realizada através de ondas de rádio FM transmitidos pela pele intacta (pericutâneo).

A indicação do implante coclear depende de alguns critérios e é preciso uma avaliação detalhada dos pacientes por especialistas em diagnóstico e tratamento da surdez. De um modo geral, o implante é indicado para pacientes que tem surdez sensorial profunda e bilateral profunda.

De acordo com o médico Pedro Guilherme, diversos fatores favorecem a popularização da técnica. A obrigatoriedade do teste da orelhinha nos recém nascidos, além da atenção do SUS e dos planos de saúde contribuem para o sucesso do implante coclear no Brasil. “Em mais de 95% dos casos, o implante consegue resolver com sucesso os problemas de surdez. Ele cumpre um importante papel de reintegração social e é responsável por mudanças significativas na vida dos pacientes”, afirma o especialista.

A consolidação de novas tecnologias também contribui para o aprimoramento dos implantes cocleares e aparelhos auditivos. Hoje em dia, os dispositivos costumam ter de 24 a 32 canais de estimulação, o que permite uma audição cada vez mais fiel para as pessoas com surdez profunda. Também já é possível para os pacientes com surdez parcial realizar o implante subcutâneo total do aparelho auditivo. Isso permite aos pacientes voltar ao trabalho, ter o prazer de ouvir uma música, conversar à vontade e principalmente, valorizar o convívio social.

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Desmatamento pode ter relação com aumento de casos de alergias

08 de maio de 2012 às 14:59Comente!

A perda da biodiversidade pode contribuir para o aumento de casos de alergias e doenças inflamatórias, como a asma, entre pessoas que vivem em cidades, segundo estudo publicado nesta terça-feira (8), na revista científica “PNAS”, da Academia Americana de Ciências. Isso acontece porque moradores dessas regiões teriam menores quantidades de uma bactéria na pele que tem função antialérgica natural.

Ao analisarem 118 jovens de diferentes áreas do leste da Finlândia, os autores do estudo realizado pela Universidade de Helsinki descobriram que os participantes que moravam em fazendas ou próximos a florestas tinham maior diversidade de bactérias em suas peles e menor sensibilidade alérgica do que os que moravam em áreas com menor diversidade ambiental, como áreas urbanas ou próximas ao mar ou lagos.

Os moradores das áreas mais povoadas, ao contrário, mostraram ser mais suscetíveis a reações alérgicas por terem menos exemplares da bactéria.

Estudos anteriores indicam que micróbios que se instalam na pele, nas vias aéreas e na garganta protegem contra problemas inflamatórios, mas pouco era sabido acerca dos fatores ambientais que influenciavam esses microorganismos.

A descoberta sugere que o aumento da prevalência das doenças inflamatórias pode ser associado com a mudança da biodiversidade e da ausência dessa bactéria na pele.

 

Fonte: G1

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Nanotecnologia melhora ação de creme antirrugas

07 de maio de 2012 às 19:31Comente!

Uma nova maneira de transportar para dentro da pele uma substância cosmética já amplamente utilizada em cremes antienvelhecimento, através da nanotecnologia, pode tornar mais eficiente o combate às rugas. A constatação é da pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara, no interior de São Paulo, que resultou no desenvolvimento de um nanocosmético.

O composto microscópico formado de cristais líquidos obtidos a partir de silicones resultou em gotículas da ordem de nanômetros. Para se ter ideia, um nanômetro é a bilionésima parte do metro -50 mil vezes mais fino do que um fio de cabelo.

Essas estruturas, segundo o farmacêutico Marlus Chorilli, responsável pelo estudo, são capazes de penetrar nas camadas mais internas da epiderme e controlar a velocidade com que o princípio ativo será liberado. Às nanoestruturas de silicone foi adicionada uma substância que já é usada em cremes anti-idade existentes atualmente no mercado. Trata-se do palmitato de retinol, um tipo sintético de vitamina A usado para prevenir ou retardar mudanças associadas ao processo de envelhecimento cutâneo.

“A vantagem da nanotecnologia para incorporar essa substância é potencializar a ação”, disse o pesquisador. Além de amplificar seus efeitos, a nanotecnologia também deu mais estabilidade ao produto, conta Chorilli. Isso é importante quando se trata do palmitato de retinol porque o princípio ativo apresenta estabilidade química limitada quando exposto a condições como umidade, oxigênio e até à luz.

 

RESULTADOS

Os testes iniciais foram feitos em coelhos e, segundo o pesquisador, indicaram que a formulação é segura. Além disso, o produto aumentou o número de fibroblastos, células capazes de produzir fibras colágenas e elásticas responsáveis por dar melhor condição à pele.

Depois dos coelhos, foi a vez de testes em 32 voluntárias com idade entre 30 e 45 anos, que receberam o nanocosmético ao redor de um dos olhos diariamente, pelo período de um mês. O estudo apontou redução significativa no tamanho e na profundidade das rugas, em comparação à região dos olhos que não foi tratada. Segundo Chorilli, depois do palmitato, os estudos com nanotecnologia já estão envolvendo outras substâncias, como extrato seco de cacau orgânico e chá verde.

Para o médico Davi de Lacerda, dermatologista pelo hospital Johns Hopkins nos EUA, que avaliou o estudo a pedido da Folha, a pesquisa merece elogios. Ele pondera, no entanto, que é preciso obter resultados de outros grupos para saber se os dados relacionados ao aumento de fibroblastos são reprodutíveis. Além disso, estudos clínicos com populações maiores são essenciais para concluir sobre o real efeito dos produtos.

REFLEXOS

O médico Lacerda ressalta ainda que o aumento das aplicações nanotecnológicas amplia a necessidade de se conhecer melhor os impactos dessas partículas na saúde humana e no ecossistema. ”Este desafio começa a formar uma nova ‘escola científica’, chamada por alguns de ‘nanotoxicologia’”, afirmou.

No estudo da Unesp, segundo Chorilli, não foi avaliado o risco das nanoestruturas na corrente sanguínea. Ele cita, porém, que uma série de fármacos com nanoestrutura têm sido liberadas para uso pela FDA (agência que regula os medicamentos e os alimentos nos EUA).

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Supercâmera é usada no estudo da produção da voz

25 de abril de 2012 às 12:52Comente!

Para produzir a voz, as pregas vocais existentes na laringe humana vibram entre 100 e 400 vezes por segundo. O fenômeno, impossível de ser observado a olho nu, pode ser visto em câmera lenta graças a um aparelho de videolaringoscopia capaz de capturar até 4 mil imagens por segundo.

A tecnologia tem permitido a pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) entender melhor o funcionamento das pregas vocais e estudar patologias que prejudicam sua vibração. Também se tornou possível avaliar, com critérios objetivos, o impacto de cirurgias e tratamentos fonoaudiológicos na produção da voz.

Pioneiro no país, o equipamento foi adquirido com recursos de um projeto financiado pela Fapesp e coordenado pelo professor José Carlos Pereira, da Escola de Engenharia de São Carlos da USP.

Por meio de parceria com uma equipe de otorrinolaringologistas da Faculdade de Medicina coordenada pelo professor Domingos Hiroshi Tsuji, a máquina foi doada ao Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo, onde estão sendo feitos os exames que já resultaram em duas dissertações de mestrado – além de cinco doutorados e um pós-doutorado em andamento.

“Como esse equipamento é novo, o primeiro passo foi definir o que seria o funcionamento normal das pregas vocais. Para isso, criamos um protocolo”, conta o pesquisador Arlindo Neto Montagnoli, orientador do projeto de mestrado da fonoaudióloga Regina Aparecida Pimenta, realizado com Bolsa da Fapesp.

No trabalho, Pimenta avaliou a vibração das pregas vocais de 30 voluntários sem queixa na voz – 12 homens e 18 mulheres – antes e depois da realização de exercícios fonoaudiológicos. “Foi possível comprovar que os exercícios melhoram, por exemplo, a mobilidade e a amplitude de vibração das pregas. Isso faz com que as pessoas se desgastem menos para falar. É como uma musculação para a voz”, explicou.

Outro projeto de mestrado já concluído foi o da fonoaudióloga Paula Belini, que comparou o funcionamento das pregas vocais de pacientes sadios com o de portadores de nódulos vocais.

Para fazer essas avaliações, uma equipe de engenheiros coordenada por Montagnoli desenvolveu um software que simula o movimento das pregas vocais e mede diversos parâmetros, como os ciclos de vibração das pregas e o tempo de fase fechada. O projeto resultou na tese de doutorado de Alan Petrônio Pinheiro, que deve ser defendida ainda em 2012.

“Pretendemos criar um modelo computacional para testar técnicas cirúrgicas de forma virtual. Isso daria ao médico uma ideia de como poderá ficar a voz do paciente após a operação”, contou Montagnoli.

O pesquisador já havia trabalhado com o conceito de cirurgia virtual em seu próprio doutoramento, mas o software foi aperfeiçoado graças às informações fornecidas pelo novo videolaringoscópio. “Antes o modelo era unidimensional. Agora, desenvolvemos uma versão tridimensional”, disse.

“Eletrocardiograma” da voz

No projeto de pós-doutorado da fonoaudióloga Maria Eugênia Dajer, que está sendo realizado sob orientação de Tsuji e com Bolsa da Fapesp, o objetivo é criar gráficos que permitam avaliar o funcionamento das pregas vocais com rapidez.

“É como se fossem eletrocardiogramas da voz. O médico olha e já sabe se está normal ou alterado”, conta Montagnoli. O novo equipamento está sendo usado para validar os resultados dessa análise.

“A ideia é tentar identificar padrões. O médico olharia o gráfico e já saberia se a alteração é causada por um cisto ou por um nódulo, por exemplo”, contou a otorrinolaringologista Adriana Hachiya, responsável pelo Ambulatório de Pesquisas em Voz, onde os exames com o videolaringoscópio de alta velocidade são realizados.

Hachiya também participa de um projeto em parceria com o Departamento de Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da FMUSP para estudar a vibração cordal de pacientes com mais de 65 anos. “A prega vocal é formada por músculo e mucosa. Com a idade, o tônus muscular diminui. Por isso a voz do idoso é mais fraca e trêmula. Vamos aplicar exercícios e avaliar a melhora”, explicou.

Há ainda um projeto piloto que visa investigar a fisiologia e as patologias que afetam cantores líricos e uma pesquisa, já em andamento, que vai trabalhar com laringe de cadáveres. “Colocamos sob a laringe um fluxo de ar que simula o ar vindo dos pulmões. As pregas vocais vibram e produzem som”, contou Hachiya.

Esse recurso será usado pelos pesquisadores da USP para testar técnicas cirúrgicas e simular patologias. “Um dos projetos simula uma paralisia da prega vocal. Aí vamos avaliar com o videolaringoscópio como fica a vibração nessas condições”, disse.

Fonte: Revista Exame

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Abandone 10 hábitos que envelhecem a sua pele

19 de abril de 2012 às 13:19Comente!

Não tem mulher que não se preocupe com a aparência da pele. Com o passar do tempo, linhas de expressão, flacidez, rugas e falta de luminosidade passam a incomodar. Mas nem adianta gastar os tubos, literalmente, no mais revolucionário dos tratamentos estéticos ou no creme mais caro do mercado. Tudo isso perde força se você abre espaço para verdadeiros inimigos da saúde da sua pele. Cigarro, estresse e açúcar demais são alguns deles. A seguir, você confere quais são os outros maus hábitos que favorecem o envelhecimento precoce. Fique longe deles e rejuvenesça.

1.Tabagismo.

Cada cigarro diminui a oxigenação da pele por 90 minutos! Imagine quem fuma mais do que um por dia. Resultado: a pele fica grossa e amarelada, por causa da nicotina, sem viço e opaca. Além de todos os problemas que causa à saúde, o cigarro também provoca distúrbios no metabolismo e acelera a perda de colágeno, células responsáveis por dar sustentação e elasticidade à pele, favorecendo a flacidez. “O ato de fumar provoca rugas ao redor dos lábios e ao redor dos olhos, já que o fumante fecha os olhos parcialmente para proteger os olhos da fumaça”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi.

 

 

2.Estresse.

O estresse emocional altera nossos hormônios, aumentando a liberação de corticoide endógeno e adrenalina, por exemplo. “Isso pode deixar a pele mais oleosa e acneica. O estresse também diminui nossas defesas, e a pele fica mais predisposta à doenças e infecções”, diz a dermatologista Daniela Taniguchi. As mais comuns são herpes, alergias, erupção cutânea, psoríase e até vitiligo.

 

 

3.Ignorar a poluição.

“Os gases nocivos encontrados no ar poluído formam uma película de toxinas que acaba sendo absorvida pela pele, aumentando as reações de oxidação e formação de radicais livres que agridem a pele”, explica a dermatologista Paula Cabral. A oxidação é um processo natural que acontece no organismo, mas que envelhece as células. O excesso de poluição oxida as células tanto da pele como do organismo todo. Por isso, para evitar essa reação, é importante proteger a pele diariamente, aplicando protetor solar, hidratante e fazendo a higienização para eliminar as impurezas.

 

 

4.Beber pouca água.

Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. “Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele. O recomendado é consumir pelo menos dois litros de água por dia.

 

5.Não usar protetor solar.

O excesso de exposição solar, e principalmente a falta de proteção solar, é a principal causadora do envelhecimento da pele e de câncer de pele. Para se ter uma ideia, a radiação solar é responsável por 80% do envelhecimento da pele exposta, principalmente nas peles mais brancas, que sofrem este processo precocemente. “A radiação solar é um potente oxidante celular. A radiação penetra na pele e provoca alterações diretamente no DNA das células e, indiretamente, provoca reações químicas que alteram o DNA e as fibras colágenas e elásticas”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. De acordo com a especialista, apesar de o nosso organismo ter mecanismos de defesa e ação antioxidante, nem sempre isso é o suficiente para evitar essas reações. O resultado é o que chamamos de fotoenvelhecimento. Aparecem então, manchas, sardas, flacidez, pele áspera, aumento das rugas e, em alguns casos, câncer de pele. O FPS, para o dia a dia, nunca deve ser menor que 30 para rosto, colo, pescoço e mãos (regiões da pele mais sensível) e 15 para o restante do corpo.

6.Consumo de açúcares e gordura.

Em excesso, o açúcar é responsável por outro processo de envelhecimento celular chamado “glicação”. “O açúcar se liga às proteínas da pele, como o colágeno, provocando a rigidez destas proteínas. Assim ela perde a função de elasticidade, deixando a pele flácida e com rugas”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. Já a gordura em excesso fica acumulada no tecido subcutâneo de forma irregular, provocando gordura localizada e celulite.

 

 

 

7.Falta de alimentação equilibrada, ricas em antioxidantes.

“Uma dieta equilibrada, rica em vegetais, incluindo frutas diversas, leguminosas, cereais e hortaliças é a melhor proteção contra os radicais livres, inimigos da pele”, explica a nutricionista Daniela Cyrulin. As substâncias ativas encontradas nestes alimentos são excelentes antioxidantes que neutralizam a ação destes radicais. Priorize alimentos ricos em: Vitamina C (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate), vitamina E (amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema de ovo, vegetais folhosos), vitamina A (cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão), bioflavonoides (frutas cítricas, uvas escuras ou vermelhas), entre outros nutrientes encontrados em alimentos frescos.

 

8. Dormir mal.

Sem sono adequado não existe reparo. Durante o sono, produzimos hormônios “rejuvenescedores”, como a melatonina e o hormônio do crescimento. Estes hormônios são “calmantes” e reparadores. A falta de sono provoca estresse e não dá tempo para o organismo descansar. Resultado: pele sem viço e com olheiras.

 

 

 

9. Sedentarismo.

A prática de atividades físicas traz muitos benefícios para o corpo e para a pele. Melhora a circulação sanguínea da pele, melhora o metabolismo do organismo (evitando o processo de glicação), combate o estresse e melhora a qualidade do sono. Além disso, combate a flacidez, a celulite e a gordura localizada.

 

 

 

10. Dispensar o hidratante.

É necessário ter cuidados para proteger a pele das agressões externas, como o vento, o frio, a poluição e os raios solares. Um rosto bem hidratado apresenta uma boa elasticidade, já uma pele desidratada costuma apresentar mais flacidez e rugas. “O ressecamento pode ainda trazer consequências como dermatite e descamação”, diz a dermatologista Paula Cabral. Com o envelhecimento, as glândulas sebáceas diminuem em número e tamanho, deixando a pele mais ressecada. “O ressecamento superficial da pele causa alergias e coceira, diminui a elasticidade da pele e agrava as rugas. Portanto, além de beber líquidos, a pele terá benefícios extras se for hidratada com cremes e loções”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi.

Fonte: Minha Vida

 

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Saiba como a voz funciona e confira dicas para evitar problemas como rouquidão e dor de garganta

16 de abril de 2012 às 6:24Comente!

Comemorado desde o ano de 2003, o Dia Mundial da Voz foi instituído no intuito de de chamar a atenção do público em geral acerca a importância da voz na comunicação. Uma característica exclusivamente humana, a voz é o produto da necessidade de se comunicar e interagir com os outros. O mau uso ou abuso vocal pode acarretar problemas de saúde e comunicação.

Rouquidão, dor na hora de falar, aspereza e garganta coçando. Muita gente não leva a sério e acha que cuidar da voz é coisa de quem canta ou trabalha falando o dia inteiro, porém, a “saúde vocal” ou “higiente vocal”, como os médicos chamam, é essencial para o aparelho fonador de qualquer pessoa e alguns pequenos cuidados garantem que suas cordas vocais fiquem sempre saudáveis.

“Geralmente, as pessoas procuram um profissional quando o problema já está em um estágio mais avançado. O ideal é prestar atenção nos sinais que a voz nos dá. Ficar rouco com frequência, sentir dor, dificuldade na hora de falar ou viver com a garganta coçando são sinais de que algo vai mal”, explica a fonoaudióloga Thays Vaiano.

Como funciona a voz

Os sons que emitimos são, em sua maioria, produzidos pelas cordas vocais. Localizadas na laringe, elas constituem um tecido musculoso com duas pregas.

Quando falamos ou cantamos, o cérebro envia mensagens pelos nervos até os músculos que controlam a aproximação das cordas vocais e fazem com que se forme um espaço estreito entre elas.

Ao expulsar o ar por elas, provocamos sua vibração, o que faz com que ocorra a produção do sons. Por serem elásticas, elas distendem ou relaxam de acordo com a intensidade do esforço que fazemos na hora de falar ou cantar, por exemplo. Para que este processo aconteça, usamos orgãos como lábios, a língua, os dentes, o véu palatino e a boca, que acomodam, modalizam e distribuem o ar e os sons.

Extensão vocal

A frequência natural da voz humana é determinada pelo comprimento das cordas vocais. Assim, mulheres que têm as pregas vocais mais curtas possuem voz mais aguda do que as que têm pregas vocais mais longas. É por esse mesmo motivo que as vozes das crianças são mais agudas do que as dos adultos.

A mudança de voz costuma ocorrer na puberdade e é provocada pela modificação das pregas vocais que de mais finas mudam para mais grossa. Este fato é especialmente relevante nos indivíduos do sexo masculino.

O comprimento e a espessura das cordas vocais determinam tanto para o sexo masculino como para o feminino, a extensão vocal da pessoa. “Quando você muda o tom de voz para mais ou menos alto, altera o esforço que faz nas cordas vocais e isso as prejudica. Como toda musculatura, ela precisa ser treinada e fortalecida com exercícios e muito cuidado, senão, um dia a voz pode falhar”, explica Thays.

Problemas ocasionados pela falta de cuidados com a voz

- Nódulo ou calo nas cordas vocais: 70% dos casos de distúrbios na voz são representados pelos calos nas cordas vocais. Parecidos com os que se formam nos pés, eles aparecem em função do atrito causado pelo contato direto e frequente entre as cordas vocais, formando uma camada dura e resitente que compromete o tom de voz e incomoda na hora de falar. “Como o paciente não sente dor, não se dá conta de que se trata de um problema. Só dá para perceber se a rouquidão ou outra irritação se tornar um sintoma frequente”, explica a Thays.
“A notícia boa é que o mal tem cura e basta terapia para amenizar o problema, porém, não adianta nada fazer terapia e depois cometer os mesmos erros. Cuidar da voz é uma questão de condicionamento físico. Ela precisa estar forte para aguentar as variações do dia a dia”, continua a fonoaudiologa.

-Pólipos: ” trata-se de uma espécie de bolhinha que estoura nas cordas vocais, também em função de um esforço maior do que a musculatura pode aguentar, porém, sua gravidade é maior e só é possível tratá-los com cirurgia de remoção”, explica.

Dicas para blindar a sua voz

1.Evite o cigarro: a nicotina associada ao calor da fumaça resseca as cordas vocais fazendo com que você fique rouco ou force ainda mais a musculatura para falar.

2.Não tome muito café: o teor de cafeína associado à alta temperatura é um problema. “Assim como o cigarro, a bebida desidrata as cordas vocais, além disso, provoca um aumento da acidez no estômago causando refluxo e ardor na hora de falar”, diz a fonoaudióloga.

3.Bebidas alcóolicas esquentam a voz? Isso é mito. O que acontece é que o álcool, assim como substâncias como propólis, não esquentam a garganta. Na verdade, eles ansestesiam a região por alguns minutos mas, quando o efeito passa, o problema continua e, para driblá-lo, fazemos ainda mais esforço. “Se você está com dificuldades para falar ou com rouquidão, é um indicativo de que algo vai mal e estes truques não vão resolver”, continua ela.

4.Gelado faz mal? a especialista diz que não há nada científico comprovando que o gelado prejudica as cordas vocais. “Isso varia de pessoa para pessoa e cada um deve ter essa percepção”, sugere Thays.

5.Fuja do ar condicionado: além de comprometer as cordas vocais, ele altera a respiração, fazendo com que a voz fique ainda mais prejudicada. “Ele resseca o aparelho fonador, e as cordas vocais precisam fazer um esforço muito maior para produzir o mesmo som que produziria sem tanta dificuldade se não estivesse exposta ao ar condicionado”, explica Thays.

6. Nada de muitos condimentos na comida: eles deixam a comida bem mais saborosa mas, em compensação, podem provocar irritações nas cordas vocais e nem sempre um bom gole de água alivia o problema. Por isso, é melhor não exagerar.

7.Invista na maçã: a fonoaudióloga explica que a fruta tem ação adistringente e, por isso, “limpa” as cordas vocais trazendo alívio e bem-estar.

8. Beba muita água: nada pode ser mais benéfico para as cordas vocais do que a hidratação. Elas ficam mais limpas e saudáveis para que você enfrente qualquer situação sem precisar de um tradutor de última hora.

Para quem trabalha com a voz

Cantores, atores, contadores de histórias, guias. Essa turma depende da sáude da voz para exercer seu trabalho de forma eficiente.”Costumo recomendar um personal fono para estes profisionais. Você começa com alguns exercícios suaves e específicos e, com o tempo, aumenta o treino até deixar a musculatura em ordem”, conta a fonoaudióloga.

“O ideal é que aprendam a não concentrar a força no pescoço, pois é esta força cervical que compromete o aparelho fonador. Técnicas de respiração e articulação ajudam muito”, continua.

Exercícios em casa

Existem exercícios simples para se fazer no dia a dia, porém, executá-los de maneira incorreta pode caussar o efeito contrário, por isso, segundo ela, o certo é primeiro procurar um profissional e, só depois, começar os exercícios adequados para você. “Uma boa opção é a vibração de língua, que já faz diferença e não te contra-indicação, desde que feita direitinho”, finaliza.

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Aplicativos prometem melhorar a qualidade do sono

27 de março de 2012 às 14:46Comente!

A popularização dos smartphones trouxe aos adeptos dos celulares de alta tecnologia outras facilidades além da possibilidade de fazer chamadas e enviar torpedos. Atualmente, os usuários deste tipo de aparelho podem fazer uso de diversos aplicativos que prometem facilitar a vida de inúmeras maneiras. Alguns dos mais populares são os que oferecem a possibilidade de garantir uma boa noite de sono àqueles que apresentam problemas para dormir.

Divididos entre simples e complexos, estes gadgets utilizam diferentes técnicas que auxiliam o usuário a adormecer de forma simples, além de monitorar os estágios do sono, contabilizando as horas dormidas, movimentações feitas na cama, fala noturna e até mesmo monitorando a respiração e os batimentos cardíacos.

Entre os dispositivos que são oferecidos de graça, os mais comuns são os que utilizam sons para estimular a sonolência, como o aplicativo Sono Mágico. Usando fontes de som psicoacústico, modelagem física e processamento de sinal digital, o programa se propõe a recriar a atmosfera do ventre materno, prometendo um efeito imediato, profundo e relaxante.

Seguindo a mesma linha, mas direcionado a outra faixa etária – crianças e bebês -, o aplicativo Hora do Sono disponibiliza canções de ninar para deixar a noite dos pequenos mais tranquila. Além disso, também oferece dicas sobre técnicas especiais de massagem para facilitar ainda mais o relaxamento.

Aqueles que sofrem com problema de ronco também têm a sua disposição um punhado de programas que dizem garantir o fim destes ruídos desagradáveis. Um deles é o Ronco Stop, que funciona como um pequeno despertador que faz barulho quando detecta o barulho do ronco, fazendo com que a pessoa supostamente mude de posição sem acordar e pare de roncar. Em resumo, ele substitui o famoso “empurrão” dado pelos companheiros daqueles que executam verdadeiras sinfonias todas as noites.

Entre os softwares mais sofisticados, se destacam o Sleep Cycle o Zeo Sleep Monitor. Disponíveis mediante o pagamento de certa quantia de dinheiro, estes programas utilizam dados mais complexos para que o usuário desfrute melhor de suas horas de descanso. Através do monitoramento do ciclo de respiração, o Sleep Cycle é capaz de acordar o indivíduo na fase mais “leve” do sono, fazendo com que o processo de levantar da cama se torne mais natural e menos sofrido.

O Zeo Sleep Monitor, por sua vez, promete reunir dados acerca das variadas fases de sono para que a pessoa receba, todas as manhãs, o relatório da noite anterior com informações sobre as horas de sono leve, REM (fase na qual acontecem os sonhos) e profundo. Para usar o aplicativo é necessária a utilização de uma faixa especial.

De acordo com o médico otorrinolaringologista e especialista em medicina do sono, Pedro Guilherme Cavalcanti, os aplicativos têm certa utilidade, entretanto, nunca devem substituir um tratamento realizado com especialista da área. “Por mais precisos que sejam os dados oferecidos pelos programas, somente o médico saberá interpretá-los de modo a oferecer uma opção de tratamento ao paciente, por isso, é importante que as pessoas não deixem de frequentar os consultórios”, disse.

Para entrar em contato com a MedSono e agendar uma consulta basta ligar: 4008 5909

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Conheça 10 mitos e verdades sobre a perda auditiva

13 de março de 2012 às 14:31Comente!

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novos dados do Censo 2010 com informações sobre a situação da perda auditiva nos brasileiros. A pesquisa avaliou pessoas com problemas permanentes e constatou que mais de nove milhões de cidadãos declararam ter algum tipo de deficiência auditiva. Deste total, 347 mil pessoas afirmaram não conseguir ouvir de modo algum, quase 1,8 milhão disseram ter grande dificuldade e 7,5 milhões relataram alguma limitação. Com base nesses dados preocupantes, confira os mitos e as verdades sobre a perda auditiva e suas causas.

1 – Apenas idosos perdem a audição ao decorrer da vida.
Mito. A perda da audição na terceira idade, chamada cientificamente de presbiacustia, é muito comum, pois o sistema auditivo tem sua função alterada com o processo de envelhecimento. No entanto, não existe faixa etária para se ter um problema auditivo, já que diversas são as causas dessa deficiência e não apenas a presbiacusia. Qualquer indivíduo que convive com sons intensos diariamente, por exemplo, está suscetível a comprometer sua audição.

2 – Zumbido no ouvido e sensação de tontura são alguns sintomas de perda auditiva.
Verdade. Assim como zumbido e sensação de tontura, apresentar dificuldade de entender outra pessoa e ter vertigem também são indícios do problema.

3 – A perda auditiva é reversível.
Mito. Quando é diagnosticado que o paciente comprometeu as estruturas internas do ouvido o quadro é irreversível.

4 – Pessoas que trabalham com sons intensos, como motorista de ônibus e motocicleta, Djs, pedreiros e operários , precisam usar o protetor auricular.
Verdade. O protetor auricular é um recurso para evitar a perda auditiva, portanto, pessoas que estão expostas a sons intensos devem aderir ao protetor.

5 – Sons que atingem 120 decibéis (dB) são saudáveis à audição.
Mito. O limite considerado tolerável à audição é no máximo 85 dB. Se o som ultrapassar esse limite, a audição pode ser comprometida. A relação tempo de exposição e intensidade sonora também deve sempre ser levada em consideração.

6 – Perder a audição traz consequências psicossociais ao indivíduo.
Verdade. A perda auditiva também pode trazer consequências psicossociais, favorecendo o isolamento por conta da dificuldade de comunicação com as pessoas. Por conta do afastamento e da falta de atenção e diálogo com familiares e amigos, o indivíduo passa a se sentir constrangido e entra em um quadro depressivo, principalmente na terceira idade.

7 – Não é necessário fazer exame para detectar a perda auditiva.
Mito. Em alguns casos, o médico otorrinolaringologista detecta o problema durante a consulta, mas é necessário realizar o exame audiométrico para ter o diagnóstico concreto. Exames complementares também podem ser necessários para um diagnóstico adequado.

8 – O tratamento consiste no uso do aparelho auditivo.
Verdade. Após a perda auditiva ser constatada por meio do teste audiométrico, o tratamento mais indicado, para a maioria dos casos, é o uso de aparelhos auditivos.

9 – O paciente não precisa moldar o conduto auditivo para usar solução auditiva.
Mito. O paciente precisa moldar o conduto auditivo para que o fabricante produza o equipamento de acordo com o tamanho do ouvido e para que o paciente se sinta confortável. Porém, atualmente já existem modelos que não necessitam da pré-moldagem.

10 – Já existem aparelhos auditivos com tecnologia Bluetooth.
Verdade. Já estão disponíveis no mercado brasileiro aparelhos auditivos com tecnologia Bluetooth, que permite que o usuário atenda ao telefone celular sem precisar tê-lo na mão, escutar música do equipamento portátil direto no aparelho, assim também como o áudio da televisão.

Fonte: Vida e Equilíbrio

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Dia internacional da Mulher

08 de março de 2012 às 19:36Comente!

Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.

Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.

Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já nadécada de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

A Clínica Pedro Cavalcanti deseja a todas as mulheres um dia cheio de amor e graça a todas aquelas que lutam dia a dia por tudo quilo que sempre mereceram e que conquistam até hoje.

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A TPM provoca mudanças na voz

08 de março de 2012 às 17:14Comente!

Alterações hormonais podem trazer mudanças no tom da voz feminina e os incômodos sentidos no período que antecede a menstruação, quando ocorre a famosa Tensão Pré-Menstrual (TPM), são exemplos disso. É comum perceber que, antes, ou até nos primeiros dias da menstruação, a voz falha, treme ou fica mais rouca. E nessa fase, as mulheres devem intensificar os cuidados com a saúde vocal.

O otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti explica que essas alterações são causadas, principalmente, por uma maior tensão e ansiedade típicas do período. Além disso, a diminuição dos níveis de estrógeno e progesterona provoca mudanças na frequência vibratória das cordas vocais, que ficam mais inchadas, e também reduz a produção do muco que protege e lubrifica esses músculos.

A queda na capacidade de defesa do organismo nessa fase também pode causar uma maior incidência de infecções, como laringites virais, que levam a quadros de rouquidão.

Dr. Pedro Guilherme recomenda que, além de redobrar os cuidados básicos com a voz, como evitar alimentos gordurosos e bebidas alcoólicas, consumir bastante líquidos e praticar o repouso da voz, as mulheres que já fazem tratamentos específicos para agravantes menstruais devem ficar atentas às orientações passadas pelo ginecologista, para amenizar os incômodos.

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