Clínica Pedro Cavalcanti

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Entenda como funciona o diagnóstico e o tratamento das alergias

15 de fevereiro de 2012 às 13:20 Comente!

Coceira, espirro, tosse, ardência nos olhos e na garganta. O que estes sintomas, velhos conhecidos de boa parte da população, têm em comum? A resposta para essa pergunta é simples: todos eles são sinais de que uma substância estranha entrou em contato com o seu organismo, provocando uma resposta do sistema imunológico ou, trocando em miúdos, sinal de que você sofre com uma alergia.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 35% da população brasileira tem alergia e é justamente por ser tão comum que acaba, por vezes, sendo negligenciada pelos seus portadores.  Segundo o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti, a displicência diante da alergia pode ser grave, já que, em casos mais severos as alergias podem até levar à morte.

Por apresentar muitas variantes, o diagnóstico da alergia requer uma série de ações, que vão desde a observação médica até os testes clínicos. De acordo com o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti, estes passos são necessários para a indicação correta do tratamento que deve ser seguido pelo paciente.

Segundo ele, a primeira etapa do diagnóstico da alergia consiste na consulta médica. “Nesse primeiro encontro com o paciente, o médico vai colher informações sobre os sintomas apresentados, bem como sobre o histórico de saúde do paciente, seus hábitos e até mesmo sobre a sua posição socioeconômica. Quanto mais dados o profissional tiver, mais preciso será o tratamento indicado”, explica.

De posse das informações repassadas pelo paciente, o médico irá analisar qual é o procedimento mais indicado para identificar os causadores das reações, e em seguida recomendará diferentes modalidades de testes para comprovar a natureza alérgica dos sintomas e avaliar o grau de sensibilização no organismo do paciente. De acordo com Pedro Guilherme, os testes mais comuns são: testes cutâneos de leitura imediata (testes por puntura – prick test), os testes de provocação nasal e os testes imunoalérgicos.

“O teste cutâneo de leitura imediata realizado por meio de puntura, também conhecido como prick test, é um procedimento rápido, realizado no antebraço do paciente. O que é feito basicamente é o contado de alergenos com o organismo do paciente, por meio de pequenas picadas. Após aguardar alguns minutos, a reação é observada”, explica. O teste é considerado positivo quando é verificada uma elevação avermelhada na pele, semelhante à uma picada de mosquito.

O teste de provocação, observa, é caracterizado pela exposição direta da substância à região na qual ocorre a alergia. “Em caso de alergia alimentar, o paciente é orientado a comer o alimento que possui a substância suspeita, em caso de problemas nas vias orais, é feita a inalação dos agentes por meio de nebulização”, comenta.

Já o teste imunoalérgico é realizado por meio da coleta e análise de amostra de sangue do paciente. O procedimento é realizado em laboratório e dosa a presença do anticorpo da alergia (IgE ou imunoglobulina E) específico para cada substância suspeita.

Com o resultado dos testes em mãos, cabe ao médico analisar clinicamente os dados e recomendar o tratamento que melhor se adeque à situação do paciente. Entre as opções que mais geram resultados positivos estão a vacinação e o tratamento de controle de alergias.

“A vacinação alérgica é baseada nos mesmos conceitos das imunizações para doenças como a gripe, na qual doses pequenas e controladas de uma substância são introduzidas no organismo do paciente de modo a estimular a tolerância. As injeções levam ao desenvolvimento de uma resposta imune protetora através do aumento de anticorpos protetores ou “bloqueadores”, que fazem com que os sintomas diminuam gradativamente”, explica.

Já o tratamento de controle da alergia  trata-se da utilização de baixas doses de anti-inflamatórios de modo a manter a doença sob controle. Além destes, o médico também destaca o tratamento sintomático, que combate os sintomas da alergia, e o uso de terapias alternativas, como a acupuntura e a homeopatia, que estimulam a restauração do sistema imunológico do paciente, culminando na diminuição dos sintomas das alergias.

Saiba mais: Por que acordamos com a voz rouca?

07 de fevereiro de 2012 às 12:35 Comente!

É comum percebermos que acordamos com a voz um pouco mais grave. Isso acontece porque as cordas vocais são músculos e que ficam relaxados, quando passamos a noite sem utilizá-los. Com a volta dos movimentos, no decorrer do dia, eles adquirem novamente força e a voz retorna ao seu tom habitual.

Outra questão é que, durante a noite, há uma redução no processo de limpeza da garganta, o que estimula o acúmulo de secreção na região e também prejudica a passagem do som pelo local.

O otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti explica que uma alimentação saudável e a hidratação constante, por meio da ingestão de líquidos, são essenciais para a diminuição do incômodo no dia a dia. E no caso de profissionais da voz, como professores, jornalistas, cantores e advogados, o médico destaca que o ideal seria também a realização de aquecimentos vocais ao acordar e que podem ser indicados por uma fonoaudióloga.

 

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Como dormir bem no verão

06 de fevereiro de 2012 às 12:59 Comente!

Os dias quentes de verão são encarados com roupas leves, atividades ao ar livre, ar-condicionado, bebidas refrescantes… Mas quando chega a noite, o calor pode atrapalhar o descanso.

Dificuldade para pegar no sono, mexer-se muito na cama e acordar várias vezes são algumas situações enfrentadas nos períodos de altas temperaturas

No dia seguinte, o resultado é aquela moleza. Uma noite maldormida pode provocar ainda dor de cabeça e falta de concentração. Em longo prazo, a privação do sono pode levar a depressão e obesidade.

“O ideal é que se tenha, em média, de sete a oito horas de sono por noite. Tanto a falta quanto o excesso podem ser prejudiciais a saúde”, diz a endocrinologista Claudia Chang, professora e coordenadora da pós-graduação em endocrinologia do Instituto Superior de Medicina (ISMD)

“Acredita-se que um sono ruim tenha papel central na predisposição a ganho de peso e até possa prejudicar o emagrecimento. Infelizmente, o número de jovens adultos cuja duração do sono é inferior a sete horas por noite é muito alto (quase 40%)”, completa a médica.

Quem deseja uma boa noite de sono deve manter o quarto arejado, o corpo fresco e a cabeça tranquila na hora de ir para a cama. “Com o calor, a agitação costuma ser ainda maior. Deixe o estresse de lado e procure se desligar dos problemas na hora de ir dormir”, argumenta Claudia.

Confira a seguir outras dicas da especialista para bons sonhos de uma noite de verão:

• Hidrate-se ao longo do dia e não apenas na hora de deitar, para não ficar com vontade de ir ao banheiro durante a madrugada. Leia também: Sucos que acordam e fazem dormir

• Siga uma dieta balanceada e leve. Evite refeições muito calóricas à noite. Leia também: Comida para espantar a insônia

• Bebidas estimulantes como o chá verde e o café (que no verão ganha gostosas opções geladas) devem ser evitadas no período noturno. A cafeína tem duração de quatro horas no organismo, portanto o ideal é que o último gole seja por volta das 16 horas para não atrapalhar a qualidade do sono

• Evite exercícios muito vigorosos próximos à hora de deitar. Leia também: Atividade física no calor: pratique com cuidado

• Evite atividades que exijam muita concentração ou que elevem o nível de ansiedade (como filmes de ação ou suspense) perto do período de dormir

• Use roupas leves e frescas

• Prefira lençóis de algodão e linho aos sintéticos, porque esquentam menos

• Banho morno refresca e ajuda a relaxar

• Deixe o quarto arejado durante o dia e, se possível, uma brecha na janela também à noite, para o ar circular. Leia também: Como proteger a saúde do ar seco

• Ventilador é uma alternativa refrescante para os dias mais quentes. Só tome cuidado para que não seja barulhento – prejudicando o sono – e para não fique virado direto para o corpo, pois o vento pode causar frio, fazendo com que você desperte no meio da noite

• Se preferir o ar-condicionado, lembre-se que ele deve estar com o filtro limpo e funcionar a uma temperatura agradável, em torno de 24 graus. Mas como resseca o ar, uma dica é colocar uma bacia de água no quarto, para umidificar o ambiente. Leia também: Ar-condicionado ameaça a saúde

• O travesseiro também contribui para a qualidade do sono. É preciso que seja arejado e feito de material que evite a proliferação de ácaros, fungos e bactérias, capazes de desencadear crises alérgicas típicas do verão

 

Fonte: IG Saúde

 

Atenção redobrada com as infecções respiratórias na volta às aulas

24 de janeiro de 2012 às 18:25 Comente!

O início das aulas é sempre uma época de muitas descobertas para as crianças: novos aprendizados, a rotina de convívio diário com um ambiente diferente do familiar e o momento de fazer novas amizades. Porém, a possibilidade desse contato intenso com locais de maior aglomeração social pode levar também a um aumento dos casos de infecções respiratórias entre os pequenos e uma conseqüente queda no rendimento escolar. As mais comuns são gripes, resfriados, rinossinusites e faringoamigdalites e as crianças menores são as mais vulneráveis, já que ainda não possuem a imunidade garantida a certos microorganismos.

Uma alimentação saudável, unida à prática de esportes e visitas regulares ao pediatra, são alguns dos cuidados que os pais devem ficar atentos para garantir a saúde de seus filhos. Outra medida para prevenir a disseminação de infecções em creches e escolas é evitar levar a criança febril para a aula e procurar o médico o mais rápido possível, no surgimento de incômodos. Entre professores e instituições de ensino, a atenção deve ser em relação à manutenção constante e regulagem ideal de aparelhos de ar condicionado e à oferta de ambientes limpos e ventilados, além de orientações sobre a higienização constante de mãos pelos alunos. O otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti dá mais dicas sobre como evitar infecções respiratórias no começo do ano letivo.

- O que pode ser feito na própria rotina da criança para fortalecer a imunidade e evitar esses possíveis quadros de infecções na volta às aulas?

PGC – A imunidade deve ser sempre fortalecida através de cuidados em seus hábitos diários. Em especial, com uma dieta saudável e bem balanceada; ingestão de vitaminas principalmente a vitamina C; uma rotina ativa com a prática de esportes, de preferência ao ar livre; a manutenção do calendário vacinal atualizado e um convívio sócio-familiar equilibrado. Com esses cuidados, dificilmente, a criança necessitará utilizar medicamentos ou outros cuidados médicos para melhorar o grau de imunidade.

- E que vacinas precisam estar em dia para evitar incômodos nesse período?

PGC- Todas as vacinas de forma geral melhoram a imunidade infantil, sendo de extrema importância que nenhuma esteja atrasada. E nos casos de infecções aéreas, os microorganismos Pneumococos, Haemophilus e Influenza Vírus estão entre os principais causadores e suas vacinas já estão presentes no calendário de vacinas atual.

- Em relação ao ambiente escolar, o que pode ser feito para evitar que ele contribua para o aumento de casos de infecções entre as crianças?

PGC- As escolas e creches devem disponibilizar sempre ambientes limpos e arejados e com paredes sem infiltrações. A revisão constante do filtro de poeira do ar condicionado também é um ponto de importância extrema. Mas outros cuidados devem ser realizados, como a manutenção de uma temperatura moderada, sem exageros de baixa temperatura, como também deixar a sala aberta para entrada do ar ambiente e de luz solar, pelo menos uma vez por dia. Além disso, as escolas devem orientar os alunos sobre a importância da higienização constante das mãos e contactar os pais para manter a criança em casa, quando perceberem sintomas mais avançados e que podem caracterizar uma infecção, como febre, secreção e moleza no corpo.

O que está por trás da alergia alimentar?

19 de janeiro de 2012 às 12:35 Comente!

Falar em reações alérgicas deflagradas pela ingestão de um belo prato de camarão, um copo de leite ou um punhado de amendoim lembra um filme de suspense. É que o enredo tem mistérios ainda não completamente desvendados pelos especialistas: por que determinados alimentos são encarados como inimigos pelo organismo de algumas pessoas? E por que o fenômeno vem se tornando tão freqüente?

Nos Estados Unidos, chama a atenção o alarmante crescimento de alergias provocadas pelo amendoim, item obrigatório na mesa dos americanos lá são nada menos do que 1,8 milhão de pessoas que passam mal quando comem qualquer coisa à base dessa oleaginosa. No Brasil os casos de alergia alimentar também aumentam. Só que, aqui, não há uma estimativa exata dos afetados, compara a alergista Renata Cocco, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

Os genes têm culpa no cartório. Se os pais apresentam algum tipo de reação, mesmo que não tenha a ver com comida como asma ou dermatite , o filho tem 75% de risco de desenvolver uma manifestação do gênero, incluída a alergia a algum tipo de alimento, conta. Ela ocorre quando o sistema imunológico passa a enxergar a proteína de determinado ingrediente como uma ameaça (veja a animação).

A incidência do distúrbio cresce principalmente em regiões industrializadas. Por isso, uma das hipóteses é a chamada teoria da higiene, revela à SAÚDE! Scott Sicherer, pesquisador do Hospital Monte Sinai, em Nova York, nos Estados Unidos. De acordo com ela, os hábitos de limpeza, as vacinas e os antibióticos tornam as pessoas menos expostas a infecções. Isso levaria o organismo a, digamos, perder a noção de relevância e atacar algo que não representa real perigo, como a proteína de um alimento.

Muitos especulam que o crescente consumo de produtos industrializados contribuiria para a maior incidência da alergia alimentar mas nada ainda foi comprovado. Evandro Prado, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, tem uma explicação na ponta da língua para esse fenômeno: Estamos fazendo mais diagnósticos de alergias, o que aumenta a prevalência do problema, avalia.

Em tese, industrializado ou não, qualquer alimento é capaz de desencadear uma bela reação alérgica. Mas existem aqueles, como o leite e os frutos do mar, que se transformaram em protagonistas de boa parte dos episódios. Acredita-se que suas proteínas sobrevivam à digestão e, assim, sejam mais facilmente reconhecidas (e atacadas) pelo sistema imune, diz Sicherer.

O curioso é que a reação alérgica pode desaparecer à medida que a criança cresce ou, então, no outro extremo, se manifestar apenas na fase adulta. Ainda não se sabe o motivo, mas na infância algumas células passam a produzir substâncias que bloqueiam os anticorpos, pondo um ponto final na alergia em muitos casos. Estamos falando de crianças. Com adultos, uma vez iniciada, a história não tem fim.

“Uma pessoa pode comer camarão a vida inteira e só aos 30 anos reagir a ele”, ressalta Ariana Yang, responsável pelo Ambulatório de Alergia Alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo. Bem, a partir dessa primeira crise… Ela vai apresentar os sintomas toda vez que ingerir o crustáceo, Ariana lamenta informar. E boa pergunta: por que a aversão ao bicho só dá as caras na fase adulta? Porque qualquer reação vai depender da dosagem dos anticorpos específicos. E pode levar uma semana ou mais de dez anos até que o organismo forme uma considerável quantidade deles, diz Evandro Prado.

Fonte: Saúde Abril

Ano Novo: Tempo de renovar o travesseiro

16 de janeiro de 2012 às 13:39 Comente!

Fim de ano é tempo de renovação. É o momento para separar o que não é mais utilizado, dar espaço para o novo e se preparar para um novo ciclo. Pouca gente sabe, mas o travesseiro tem prazo de validade e é um dos itens que devem ser renovados.

Com o tempo, ele acumula em seu interior microorganismos que se alimentam das secreções que eliminamos durante sono pela boca (saliva), ouvidos (cerume), olhos (lágrimas), nariz (coriza), cabelos (seborréia) e pele (suor e pele morta). Soma-se a tudo isso as secreções artificiais, tais quais cosméticos, perfumes, tinturas e maquiagem, para avaliarmos a contaminação maciça diária a que são submetidos os travesseiros. Um travesseiro repleto de impurezas torna-se ambiente propício para proliferação de ácaros, fungos e bactérias, se transformando em fontes prováveis de diversos tipos de alergia.

A sua vida útil é de, em média, cinco anos de uso, mas médicos e fisioterapeutas recomendam a sua troca a cada dois anos, pois a prolongação do uso pode ser uma grande fonte de contaminação por microorganismos. É importante destacar que tudo isto pode ser minimizado com o uso de travesseiros com tratamento antiácaro.

Na hora de trocar o travesseiro é importante estar atento ao seu biótipo, à posição em que dorme, assim como identificar o suporte da espuma, identificando-a como macia, média ou firme. É essencial sempre ter em mente que, na postura lateral – a mais indicada para sono – a altura do travesseiro deve preencher exatamente o espaço entre a cabeça e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço e alinhando a coluna cervical.

Peça chave para um sono de qualidade e de uma vida mais saudável, o travesseiro pode auxiliar a combater os distúrbios do sono, como insônia, ronco e apnéia. Quem dorme menos que o necessário ou utiliza o travesseiro de forma incorreta, geralmente, é também mais agitado e pode apresentar sintomas de depressão.

Fonte: Vida e Equilíbrio

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7 dicas para uma boa noite de sono no verão

12 de janeiro de 2012 às 12:13 Comente!


O verão é a época do ano mais esperada: tempo de férias, dias bonitos e pessoas mais alegres. Porém, junto com o verão surgem os inconvenientes do calor excessivo e com isso, o aparecimento dos distúrbios do sono.

No calor, o sono não atinge seus níveis mais profundos, fazendo com que as pessoas acordem várias vezes durante a madrugada ou sofram com dificuldades para dormir. O resultado vem no dia seguinte com a “moleza” e a falta de disposição, comuns nos dias quentes. Em longo prazo, a privação do sono pode provocar dores de cabeça agudas, queda no rendimento e até mesmo depressão.

Quem busca uma boa noite de sono, deve manter o ambiente arejado, o corpo fresco e a cabeça tranquila. Ar-condicionado e ventiladores são aliados nessa época do ano, assim como o uso roupas leves e a boa hidratação do corpo para evitar a transpiração.

Confira dicas para garantir um sono mais agradável:

- Vá para a cama com roupas leves;

- Prefira os lençóis de algodão e linho àqueles sintéticos, porque esquentam menos;

- Não deixe o quarto totalmente fechado. Uma brecha na janela já é o suficiente para fazer o ar circular;

- Ventilador pode permanecer ligado desde que não fique em cima do corpo;

- O ar-condicionado deve estar com o filtro limpo e precisa ficar numa temperatura agradável, em torno de 24 graus. Como ele resseca o ar, pode ser utilizado um balde de água para umidificar o ambiente;

- Prefira os travesseiros de látex, por serem mais frescos, superventilados e laváveis, além de possui uma capa externa com zíper 100% algodão

- A refeição da noite precisa ser bem leve e corpo bem hidratado.

Fonte: Vida Equilíbrio

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Os benefícios da natação

09 de janeiro de 2012 às 13:33 Comente!

natação é uma técnica antiga em que muitas pessoas desconhecem todos os benefícios que ela oferece. Especialistas afirmam que começar a praticar ainda quando bebê, ajuda a desenvolver um sistema respiratório mais resistente a doenças e alergias. É um esporte completo, pois mexe com toda a musculatura do corpo. Além disso, com a amortização do impacto dos movimentos físicos pela água, a probabilidade de sofrer uma lesão é praticamente nula.

Quem nada chega a perder aproximadamente 600 calorias por hora, enrijecendo os músculos e definindo a silhueta. A modalidade também melhora a respiração e a coordenação motora.

Além de todos os benefícios físicos que oferece, a natação também relaxa a mente e ativa a memória, garantindo uma ótima oxigenação para o cérebro. E não podemos esquecer que também é um grande combatente do estresse, já que com a grande concentração exigida na hora da respiração e nos movimentos, faz com que você alivie as tensões e esqueça um pouco dos problemas do dia-a-dia.

Saiba um pouco mais sobre os estilos e seus benefícios:

  • Peito / Clássico - Os músculos mais exigidos nesse estilo são os peitorais e aqueles localizados na parte anterior da perna, entre o pé e o joelho (flexores tipiais).
  • Costas - Trabalha os músculos das costas, barriga, bumbum, peito e parte anterior das coxas.
  • Borboleta - É ótimo para fortalecer ombros e braços e exige uma ótima coordenação entre pernas e braços.
  • Crawl - Ajuda na definição muscular das costas e braços. É um estilo que permite que você nade por um longo período de tempo e com rapidez, favorecendo para quem quer emagrecer.

Fonte: Vida Equilíbrio

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Cuide bem do seu ouvido

04 de janeiro de 2012 às 14:17 Comente!

Você sabe como cuidar bem do seu ouvido? Conheça algumas infecções que causa danos severos, como surdez, e proteja o canal auditivo!

Otite externa

Quando: verão

Causas
O contato direto com a água, em praia ou piscina, facilita a entrada de líquido no ouvido. O uso do cotonete para “secar” a região piora o problema! Como o canal auditivo externo é fino, o bastonete pode provocar fissuras e até infecções.

Sintomas
Dor de ouvido, principalmente durante a mastigação, além de diminuição da audição.

Tratamento
Ao sentir dor, faça compressas quentes. Basta encostar COM CUIDADO um pano no ferro de passar roupa e colocar o tecido sobre o ouvido por cinco minutos. Um especialista pode indicar antibióticos. Esse tipo de otite não causa surdez.

 

Otite média

Quando: inverno

Causas
O canal de ligação entre o ouvido e o nariz tem a função de permitir a entrada de ar dentro do ouvido. Porém, os fluidos gerados por infecções – como uma gripe, por exemplo – podem bloquear a passagem e causar o problema.

Sintomas
Dor de ouvido e de cabeça, sensação de ouvido tapado, redução da audição e tontura. Uso de antibióticos, corticoides e descongestionantes com orientação médica. Quando necessário, pode ser realizada uma drenagem para retirar a secreção. Sem tratamento, pode-se até perder a audição!

 

Tratamento
Uso de antibióticos, corticoides e descongestionantes com orientação médica. Quando necessário, pode ser realizada uma drenagem para retirar a secreção. Sem tratamento, pode-se até perder a audição!

 

Chega de ouvir zumbido!

Sabe aquele apitinho irritante que se ouve de vez em quando? Ele nasce dentro da via auditiva e tem tratamento

Causas: exposição a ruídos excessivos e fone com volume alto, acima de 80 decibéis (uma conversa normal mede 60 decibéis). Descongestionantes e anti-inflamatórios também podem causar o problema.

Consequências: perda de audição e de concentração, irritação, ansiedade, problemas para dormir, depressão e até diminuição da libido.

Tratamento: na maioria dos casos, a cura não é definitiva, mas o problema pode diminuir com aparelhos auditivos e restrição de bebidas com cafeína – a substância diminui a circulação sanguínea e intensifica o zumbido.

Precauções: para se prevenir, ouça música em altura confortável, use protetores em lugares ruidosos e evite situações de estresse.

 

Órgão autolimpante?

Pode acreditar: o ouvido possui um mecanismo natural de limpeza! Alguns pelos localizados na região se encarregam de expulsar a cera que, em pequena quantidade, protege o canal auditivo de infecções. Por isso, evite lavar o ouvido com sabão e jogar água lá dentro. Cotonete? Nem pensar! Caso sinta necessidade de uma limpeza, procure um otorrinolaringologista.

Cuidado com o cotonete!

No verão, o cuidado com o ouvido deve ser redobrado. “Como ele fica muito mais exposto por causa dos banhos de mar e da piscina, se houver qualquer lesão no órgão, ela pode virar uma inflamação e causar uma otite externa”, explica Clarisse Saba, otorrinolaringologista da Escola Bahiana de Medicina. Para que isso não aconteça, ela aconselha a só limpar o ouvido com a toalha, com o dedo indicador por dentro. Outra razão para evitar a haste flexível : “Ele pode até perfurar a membrana do tímpano e causar surdez parcial”, diz.

Consultorias: Marcelo Alfredo, otorrinolaringologista da Beneficência Portuguesa de Santo André (SP) e do Centro Especializado em Otorrinolaringologia de São Bernardo do Campo (SP); Marcelo Ribeiro de Toledo Piza, diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringolia; Tanit Ganz Sanchez, chefe do Grupo de Pesquisa em Zumbido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo.

 

Fonte: MdeMulher / Abril 

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Como proteger as vias respiratórias em ambientes fechados?

30 de dezembro de 2011 às 19:05 Comente!

Quando o clima esquenta, as pessoas permanecem por diversas horas em ambientes com equipamentos de ar condicionado que, além de retirarem a umidade do ar, podem não ter a correta manutenção, com substituição dos filtros responsáveis por garantir a qualidade do ar. Uma das conseqüências mais conhecidas e graves desta exposição é o aumento do número de pessoas sofrendo com doenças respiratórias, inclusive com internações hospitalares.

“Os aparelhos, além de resfriarem o ambiente, se não tiverem manutenção correta juntam em seus filtros ácaros, bactérias, esporos, fungos, algas e outros poluentes, aos quais as pessoas ficam expostas diariamente”, afirma a doutora Maura Neves, otorrinolaringologista do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).

O nariz é a primeira linha de defesa do sistema respiratório contra a entrada dos agentes agressores, executando várias funções como umidificação, aquecimento, filtragem do ar inspirado e transporte mucociliar. Suas funções são afetadas por diversos fatores como poluição atmosférica, temperatura e umidade do ar, anatomia e volume da cavidade nasal, distribuição de fluxo sanguíneo, estresse emocional e tabagismo, que alteram a mucosa nasal, provocando ressecamento e, em alguns casos, congestão nasal.

Essa desidratação nasal resulta na redução da frequência do batimento ciliar (aquela fina camada de cílios microscópicos da parte interna do nariz) e compromete a filtragem das partículas poluidoras, que entram no organismo e podem causar infecções respiratórias, intensificar crises de asma e até mesmo provocar lesões pulmonares.

“A questão é que, em geral, as pessoas não dão a devida importância à irritação nas narinas, a sensação de ressecamento da mucosa nasal ou a pequenos sangramentos do nariz, que podem ser resultado de horas de exposição à poluição e ao ar condicionado. Mas é preciso dar atenção a estes sintomas e cuidar da hidratação nasal, que garante o funcionamento adequado das vias aéreas superiores e impede as partículas poluentes de prejudicarem o sistema respiratório como um todo”, reforça doutora Maura ao comparar a necessidade de manter a mucosa nasal hidratada aos cuidados que a população deve ter com a proteção solar.

Prevenção do ressecamento

Proteger o nariz do ressecamento, mesmo freqüentando ambientes com ar condicionado, contudo, é possível. Medidas simples como manter uma bacia de água no local e beber bastante água ao longo do dia podem ajudar.

 

Fonte: Vida Equilíbrio

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