A perda da biodiversidade pode contribuir para o aumento de casos de alergias e doenças inflamatórias, como a asma, entre pessoas que vivem em cidades, segundo estudo publicado nesta terça-feira (8), na revista científica “PNAS”, da Academia Americana de Ciências. Isso acontece porque moradores dessas regiões teriam menores quantidades de uma bactéria na pele que tem função antialérgica natural.
Ao analisarem 118 jovens de diferentes áreas do leste da Finlândia, os autores do estudo realizado pela Universidade de Helsinki descobriram que os participantes que moravam em fazendas ou próximos a florestas tinham maior diversidade de bactérias em suas peles e menor sensibilidade alérgica do que os que moravam em áreas com menor diversidade ambiental, como áreas urbanas ou próximas ao mar ou lagos.
Os moradores das áreas mais povoadas, ao contrário, mostraram ser mais suscetíveis a reações alérgicas por terem menos exemplares da bactéria.
Estudos anteriores indicam que micróbios que se instalam na pele, nas vias aéreas e na garganta protegem contra problemas inflamatórios, mas pouco era sabido acerca dos fatores ambientais que influenciavam esses microorganismos.
A descoberta sugere que o aumento da prevalência das doenças inflamatórias pode ser associado com a mudança da biodiversidade e da ausência dessa bactéria na pele.
Fonte: G1
15 de fevereiro de 2012 às 13:20
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Coceira, espirro, tosse, ardência nos olhos e na garganta. O que estes sintomas, velhos conhecidos de boa parte da população, têm em comum? A resposta para essa pergunta é simples: todos eles são sinais de que uma substância estranha entrou em contato com o seu organismo, provocando uma resposta do sistema imunológico ou, trocando em miúdos, sinal de que você sofre com uma alergia.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 35% da população brasileira tem alergia e é justamente por ser tão comum que acaba, por vezes, sendo negligenciada pelos seus portadores. Segundo o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti, a displicência diante da alergia pode ser grave, já que, em casos mais severos as alergias podem até levar à morte.
Por apresentar muitas variantes, o diagnóstico da alergia requer uma série de ações, que vão desde a observação médica até os testes clínicos. De acordo com o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti, estes passos são necessários para a indicação correta do tratamento que deve ser seguido pelo paciente.
Segundo ele, a primeira etapa do diagnóstico da alergia consiste na consulta médica. “Nesse primeiro encontro com o paciente, o médico vai colher informações sobre os sintomas apresentados, bem como sobre o histórico de saúde do paciente, seus hábitos e até mesmo sobre a sua posição socioeconômica. Quanto mais dados o profissional tiver, mais preciso será o tratamento indicado”, explica.
De posse das informações repassadas pelo paciente, o médico irá analisar qual é o procedimento mais indicado para identificar os causadores das reações, e em seguida recomendará diferentes modalidades de testes para comprovar a natureza alérgica dos sintomas e avaliar o grau de sensibilização no organismo do paciente. De acordo com Pedro Guilherme, os testes mais comuns são: testes cutâneos de leitura imediata (testes por puntura – prick test), os testes de provocação nasal e os testes imunoalérgicos.
“O teste cutâneo de leitura imediata realizado por meio de puntura, também conhecido como prick test, é um procedimento rápido, realizado no antebraço do paciente. O que é feito basicamente é o contado de alergenos com o organismo do paciente, por meio de pequenas picadas. Após aguardar alguns minutos, a reação é observada”, explica. O teste é considerado positivo quando é verificada uma elevação avermelhada na pele, semelhante à uma picada de mosquito.
O teste de provocação, observa, é caracterizado pela exposição direta da substância à região na qual ocorre a alergia. “Em caso de alergia alimentar, o paciente é orientado a comer o alimento que possui a substância suspeita, em caso de problemas nas vias orais, é feita a inalação dos agentes por meio de nebulização”, comenta.
Já o teste imunoalérgico é realizado por meio da coleta e análise de amostra de sangue do paciente. O procedimento é realizado em laboratório e dosa a presença do anticorpo da alergia (IgE ou imunoglobulina E) específico para cada substância suspeita.
Com o resultado dos testes em mãos, cabe ao médico analisar clinicamente os dados e recomendar o tratamento que melhor se adeque à situação do paciente. Entre as opções que mais geram resultados positivos estão a vacinação e o tratamento de controle de alergias.
“A vacinação alérgica é baseada nos mesmos conceitos das imunizações para doenças como a gripe, na qual doses pequenas e controladas de uma substância são introduzidas no organismo do paciente de modo a estimular a tolerância. As injeções levam ao desenvolvimento de uma resposta imune protetora através do aumento de anticorpos protetores ou “bloqueadores”, que fazem com que os sintomas diminuam gradativamente”, explica.
Já o tratamento de controle da alergia trata-se da utilização de baixas doses de anti-inflamatórios de modo a manter a doença sob controle. Além destes, o médico também destaca o tratamento sintomático, que combate os sintomas da alergia, e o uso de terapias alternativas, como a acupuntura e a homeopatia, que estimulam a restauração do sistema imunológico do paciente, culminando na diminuição dos sintomas das alergias.
O início das aulas é sempre uma época de muitas descobertas para as crianças: novos aprendizados, a rotina de convívio diário com um ambiente diferente do familiar e o momento de fazer novas amizades. Porém, a possibilidade desse contato intenso com locais de maior aglomeração social pode levar também a um aumento dos casos de infecções respiratórias entre os pequenos e uma conseqüente queda no rendimento escolar. As mais comuns são gripes, resfriados, rinossinusites e faringoamigdalites e as crianças menores são as mais vulneráveis, já que ainda não possuem a imunidade garantida a certos microorganismos.
Uma alimentação saudável, unida à prática de esportes e visitas regulares ao pediatra, são alguns dos cuidados que os pais devem ficar atentos para garantir a saúde de seus filhos. Outra medida para prevenir a disseminação de infecções em creches e escolas é evitar levar a criança febril para a aula e procurar o médico o mais rápido possível, no surgimento de incômodos. Entre professores e instituições de ensino, a atenção deve ser em relação à manutenção constante e regulagem ideal de aparelhos de ar condicionado e à oferta de ambientes limpos e ventilados, além de orientações sobre a higienização constante de mãos pelos alunos. O otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti dá mais dicas sobre como evitar infecções respiratórias no começo do ano letivo.
- O que pode ser feito na própria rotina da criança para fortalecer a imunidade e evitar esses possíveis quadros de infecções na volta às aulas?
PGC – A imunidade deve ser sempre fortalecida através de cuidados em seus hábitos diários. Em especial, com uma dieta saudável e bem balanceada; ingestão de vitaminas principalmente a vitamina C; uma rotina ativa com a prática de esportes, de preferência ao ar livre; a manutenção do calendário vacinal atualizado e um convívio sócio-familiar equilibrado. Com esses cuidados, dificilmente, a criança necessitará utilizar medicamentos ou outros cuidados médicos para melhorar o grau de imunidade.
- E que vacinas precisam estar em dia para evitar incômodos nesse período?
PGC- Todas as vacinas de forma geral melhoram a imunidade infantil, sendo de extrema importância que nenhuma esteja atrasada. E nos casos de infecções aéreas, os microorganismos Pneumococos, Haemophilus e Influenza Vírus estão entre os principais causadores e suas vacinas já estão presentes no calendário de vacinas atual.
- Em relação ao ambiente escolar, o que pode ser feito para evitar que ele contribua para o aumento de casos de infecções entre as crianças?
PGC- As escolas e creches devem disponibilizar sempre ambientes limpos e arejados e com paredes sem infiltrações. A revisão constante do filtro de poeira do ar condicionado também é um ponto de importância extrema. Mas outros cuidados devem ser realizados, como a manutenção de uma temperatura moderada, sem exageros de baixa temperatura, como também deixar a sala aberta para entrada do ar ambiente e de luz solar, pelo menos uma vez por dia. Além disso, as escolas devem orientar os alunos sobre a importância da higienização constante das mãos e contactar os pais para manter a criança em casa, quando perceberem sintomas mais avançados e que podem caracterizar uma infecção, como febre, secreção e moleza no corpo.
Falar em reações alérgicas deflagradas pela ingestão de um belo prato de camarão, um copo de leite ou um punhado de amendoim lembra um filme de suspense. É que o enredo tem mistérios ainda não completamente desvendados pelos especialistas: por que determinados alimentos são encarados como inimigos pelo organismo de algumas pessoas? E por que o fenômeno vem se tornando tão freqüente?
Nos Estados Unidos, chama a atenção o alarmante crescimento de alergias provocadas pelo amendoim, item obrigatório na mesa dos americanos lá são nada menos do que 1,8 milhão de pessoas que passam mal quando comem qualquer coisa à base dessa oleaginosa. No Brasil os casos de alergia alimentar também aumentam. Só que, aqui, não há uma estimativa exata dos afetados, compara a alergista Renata Cocco, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.
Os genes têm culpa no cartório. Se os pais apresentam algum tipo de reação, mesmo que não tenha a ver com comida como asma ou dermatite , o filho tem 75% de risco de desenvolver uma manifestação do gênero, incluída a alergia a algum tipo de alimento, conta. Ela ocorre quando o sistema imunológico passa a enxergar a proteína de determinado ingrediente como uma ameaça (veja a animação).
A incidência do distúrbio cresce principalmente em regiões industrializadas. Por isso, uma das hipóteses é a chamada teoria da higiene, revela à SAÚDE! Scott Sicherer, pesquisador do Hospital Monte Sinai, em Nova York, nos Estados Unidos. De acordo com ela, os hábitos de limpeza, as vacinas e os antibióticos tornam as pessoas menos expostas a infecções. Isso levaria o organismo a, digamos, perder a noção de relevância e atacar algo que não representa real perigo, como a proteína de um alimento.
Muitos especulam que o crescente consumo de produtos industrializados contribuiria para a maior incidência da alergia alimentar mas nada ainda foi comprovado. Evandro Prado, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, tem uma explicação na ponta da língua para esse fenômeno: Estamos fazendo mais diagnósticos de alergias, o que aumenta a prevalência do problema, avalia.
Em tese, industrializado ou não, qualquer alimento é capaz de desencadear uma bela reação alérgica. Mas existem aqueles, como o leite e os frutos do mar, que se transformaram em protagonistas de boa parte dos episódios. Acredita-se que suas proteínas sobrevivam à digestão e, assim, sejam mais facilmente reconhecidas (e atacadas) pelo sistema imune, diz Sicherer.
O curioso é que a reação alérgica pode desaparecer à medida que a criança cresce ou, então, no outro extremo, se manifestar apenas na fase adulta. Ainda não se sabe o motivo, mas na infância algumas células passam a produzir substâncias que bloqueiam os anticorpos, pondo um ponto final na alergia em muitos casos. Estamos falando de crianças. Com adultos, uma vez iniciada, a história não tem fim.
“Uma pessoa pode comer camarão a vida inteira e só aos 30 anos reagir a ele”, ressalta Ariana Yang, responsável pelo Ambulatório de Alergia Alimentar do Hospital das Clínicas de São Paulo. Bem, a partir dessa primeira crise… Ela vai apresentar os sintomas toda vez que ingerir o crustáceo, Ariana lamenta informar. E boa pergunta: por que a aversão ao bicho só dá as caras na fase adulta? Porque qualquer reação vai depender da dosagem dos anticorpos específicos. E pode levar uma semana ou mais de dez anos até que o organismo forme uma considerável quantidade deles, diz Evandro Prado.
Fonte: Saúde Abril
Fim de ano é tempo de renovação. É o momento para separar o que não é mais utilizado, dar espaço para o novo e se preparar para um novo ciclo. Pouca gente sabe, mas o travesseiro tem prazo de validade e é um dos itens que devem ser renovados.
Com o tempo, ele acumula em seu interior microorganismos que se alimentam das secreções que eliminamos durante sono pela boca (saliva), ouvidos (cerume), olhos (lágrimas), nariz (coriza), cabelos (seborréia) e pele (suor e pele morta). Soma-se a tudo isso as secreções artificiais, tais quais cosméticos, perfumes, tinturas e maquiagem, para avaliarmos a contaminação maciça diária a que são submetidos os travesseiros. Um travesseiro repleto de impurezas torna-se ambiente propício para proliferação de ácaros, fungos e bactérias, se transformando em fontes prováveis de diversos tipos de alergia.
A sua vida útil é de, em média, cinco anos de uso, mas médicos e fisioterapeutas recomendam a sua troca a cada dois anos, pois a prolongação do uso pode ser uma grande fonte de contaminação por microorganismos. É importante destacar que tudo isto pode ser minimizado com o uso de travesseiros com tratamento antiácaro.
Na hora de trocar o travesseiro é importante estar atento ao seu biótipo, à posição em que dorme, assim como identificar o suporte da espuma, identificando-a como macia, média ou firme. É essencial sempre ter em mente que, na postura lateral – a mais indicada para sono – a altura do travesseiro deve preencher exatamente o espaço entre a cabeça e o colchão, formando um ângulo de 90 graus no pescoço e alinhando a coluna cervical.
Peça chave para um sono de qualidade e de uma vida mais saudável, o travesseiro pode auxiliar a combater os distúrbios do sono, como insônia, ronco e apnéia. Quem dorme menos que o necessário ou utiliza o travesseiro de forma incorreta, geralmente, é também mais agitado e pode apresentar sintomas de depressão.
Fonte: Vida e Equilíbrio
20 de dezembro de 2011 às 12:47
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As desagradáveis alergias respiratórias e a rinite alérgica aumentam nessa época e o tempo mais úmido e os ambientes fechados contribuem muito para o aumento de ácaros e fungos, que vão incomodar a todos que sofrem de alergias. Segundo a Pneumologista da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, as alergias mais comuns vêm desses microorganismos que gostam de se proliferar em locais pouco ventilados.
Para a especialista, o aumento no número de resfriados e viroses também confunde as pessoas, pois alguns sintomas são muito parecidos, como é o caso da chamada rinite vasogênica, que aparece quando uma pessoa sai de um ambiente quente para entrar em outro frio ou vice-versa.
E quem tem alergia sabe o quanto ela incomoda, a todos. Os sintomas de uma crise são acompanhados de coceira, coriza, secreção transparente, constante, no nariz, espirros e congestão nasal. Já os resfriados chegam com tosses, indisposição, dores no corpo e dor de garganta.
Para afastar as reações alérgicas, alguns cuidados são importantes, como manter a casa mais arejada, abrindo as janelas, retirando o pó dos móveis, com panos que não estejam secos demais (para não espalhar a poeira) e nem muito molhados, para não ajudar na proliferação dos ácaros. “É importante, também, evitar os carpetes, bichos de pelúcia e tapetes, além de lavar os cobertores pelos menos a cada quinze dias. Além disso, se a pessoa for muito alérgica, deve usar capas para forrar travesseiros e colchões e colocá-los para tomar sol, pelo menos, uma vez por semana. Por última, vale evitar o contato muito íntimo com animais de estimação, principalmente, com os gatos”, orienta a médica.
A pneumologista diz que há duas formas de confirmar se a pessoa é alérgica. “A primeira é pelo exame de sangue, que confirma se o paciente possui anticorpos contra o ácaro, fungo, pólen e outros agentes e o teste de pele, quando é injetado uma pequena quantidade de um componente que cause alergia e verificamos se a reação da pele, para cada um deles”, explica.
Os tratamentos também podem ser feitos de duas formas. “A rinite alérgica é tratada com medicamentos antialérgicos e sprays nasais com corticoide e a conjuntivite alérgica com colírios à base de corticoide”, complementa.
Fonte: Vida Equilíbrio
23 de novembro de 2011 às 19:39
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Já não é novidade que a rotina de quem sofre de alergias como asma, faringite e rinossinusite merece cuidados especiais. Entre as medidas mais importantes, os especialistas destacam a garantia de um ambiente arejado e longe de poeira. E, a adoção de determinados hábitos de limpeza doméstica será essencial para evitar que crises respiratórias e os seus conhecidos incômodos, como coceira no nariz, dores na garganta, obstrução nasal, coriza, falta de ar, chiado no peito e espirros, tornem-se uma freqüente na vida do alérgico.
“O método ambiental é sem dúvida o menos custoso e extremamente eficiente para evitar crises”, destaca o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti. Ele explica que ações como limpar os móveis e piso com panos molhados, evitar cortinas e carpetes e o uso de bichos de pelúcia, deixar o ambiente arejado com janelas e portas aberta e entrada do sol, fazer uso de lençóis e colchões anti-ácaros, não usar produtos de limpeza com cheiro forte, evitar animais dentro de casa, além da prática constante de esportes, fazem toda a diferença para a saúde e bem estar do paciente.
A dona de casa Lucia Medeiros da Silva, mãe do pequeno Sergio Ferreira, de oito anos, sabe bem o que é isso. O menino sofre de rinite alérgica e sinusite e, segundo Lúcia, depois que ela resolveu aplicar com disciplina as orientações que o médico da criança a fez sobre a forma ideal de higienização do quarto e outros cômodos da casa, a vida no menino ficou bem mais tranqüila. Ela conta que agora troca pelo menos três vezes por semana os lençóis de cama e coloca os travesseiros e colchões da casa para levar sol uma vez por semana. Além disso, trocou o espanador pelo pano úmido para higienização dos móveis e se livrou das almofadas da sala.
“Já sabíamos que ele tinha alergia, mas relaxávamos nesses cuidados e toda semana estávamos no pronto-socorro, porque ele levantava à noite com dor de cabeça, febre e reclamando que estava com falta de ar pelo nariz estar entupido. Desde o ano passado faço tudo direitinho e percebo que a freqüência das crises diminuiu. A última foi no começo de janeiro, acho que pelo período de chuva e mudanças de clima com a chegada do verão, mas só. Está brincando e indo para a escola todo dia”, coloca.
Outra observação é em relação ao uso de ventiladores e aparelhos de ar condicionado. Dr. Pedro Guilherme explica que o segundo é menos agressivo que o primeiro, pois o ventilador arremessa a poeira presente no ambiente, que acumula fungos, ácaros, resíduos de alimentos e insetos, na face do indivíduo. Justamente alguns dos principais causadores de crises. No caso do ar condicionado, uma forma simples de diminuir os efeitos negativos é o cuidado com a limpeza. Revisões periódicas dos filtros são indispensáveis.
Além de todos esses cuidados externos, para quem tem crises constantes, o otorrino chama atenção ainda para a importância do tratamento medicamentoso, como vacinas imunoterápicas e os tratamentos de controle (antialérgicos de forma continuada ou local, mas de baixas doses), para a diminuição dessas alergias. “Quando necessário, também é feito o uso corticóides, sejam eles locais ou sistêmicos, e também o de antimicrobianos, isso a partir da observação do médico de breves sinais infecções que podem estar confundindo ou associados ao quadro alérgico”, acrescenta.