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Abandone 10 hábitos que envelhecem a sua pele

19 de abril de 2012 às 13:19 Comente!

Não tem mulher que não se preocupe com a aparência da pele. Com o passar do tempo, linhas de expressão, flacidez, rugas e falta de luminosidade passam a incomodar. Mas nem adianta gastar os tubos, literalmente, no mais revolucionário dos tratamentos estéticos ou no creme mais caro do mercado. Tudo isso perde força se você abre espaço para verdadeiros inimigos da saúde da sua pele. Cigarro, estresse e açúcar demais são alguns deles. A seguir, você confere quais são os outros maus hábitos que favorecem o envelhecimento precoce. Fique longe deles e rejuvenesça.

1.Tabagismo.

Cada cigarro diminui a oxigenação da pele por 90 minutos! Imagine quem fuma mais do que um por dia. Resultado: a pele fica grossa e amarelada, por causa da nicotina, sem viço e opaca. Além de todos os problemas que causa à saúde, o cigarro também provoca distúrbios no metabolismo e acelera a perda de colágeno, células responsáveis por dar sustentação e elasticidade à pele, favorecendo a flacidez. “O ato de fumar provoca rugas ao redor dos lábios e ao redor dos olhos, já que o fumante fecha os olhos parcialmente para proteger os olhos da fumaça”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi.

 

 

2.Estresse.

O estresse emocional altera nossos hormônios, aumentando a liberação de corticoide endógeno e adrenalina, por exemplo. “Isso pode deixar a pele mais oleosa e acneica. O estresse também diminui nossas defesas, e a pele fica mais predisposta à doenças e infecções”, diz a dermatologista Daniela Taniguchi. As mais comuns são herpes, alergias, erupção cutânea, psoríase e até vitiligo.

 

 

3.Ignorar a poluição.

“Os gases nocivos encontrados no ar poluído formam uma película de toxinas que acaba sendo absorvida pela pele, aumentando as reações de oxidação e formação de radicais livres que agridem a pele”, explica a dermatologista Paula Cabral. A oxidação é um processo natural que acontece no organismo, mas que envelhece as células. O excesso de poluição oxida as células tanto da pele como do organismo todo. Por isso, para evitar essa reação, é importante proteger a pele diariamente, aplicando protetor solar, hidratante e fazendo a higienização para eliminar as impurezas.

 

 

4.Beber pouca água.

Um dos primeiros sinais da falta de água (desidratação) se dá na pele e nas mucosas. “Entre as células, temos um líquido intersticial que ajuda na sustentação da pele, entre outras funções. A falta de ingestão de água deixa a pele flácida e sem viço”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. A pele perde o turgor, demorando para voltar ao seu estado natural, quando sofre uma distorção. Por exemplo, quando beliscamos a pele, ela logo deve voltar ao seu estado normal ao soltarmos. Se isso demora para acontecer, é sinal de que está desidratada e flácida. Além de deixar a pele hidratada e firme, beber água também favorece a excreção de toxinas, substâncias que prejudicam a pele. O recomendado é consumir pelo menos dois litros de água por dia.

 

5.Não usar protetor solar.

O excesso de exposição solar, e principalmente a falta de proteção solar, é a principal causadora do envelhecimento da pele e de câncer de pele. Para se ter uma ideia, a radiação solar é responsável por 80% do envelhecimento da pele exposta, principalmente nas peles mais brancas, que sofrem este processo precocemente. “A radiação solar é um potente oxidante celular. A radiação penetra na pele e provoca alterações diretamente no DNA das células e, indiretamente, provoca reações químicas que alteram o DNA e as fibras colágenas e elásticas”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. De acordo com a especialista, apesar de o nosso organismo ter mecanismos de defesa e ação antioxidante, nem sempre isso é o suficiente para evitar essas reações. O resultado é o que chamamos de fotoenvelhecimento. Aparecem então, manchas, sardas, flacidez, pele áspera, aumento das rugas e, em alguns casos, câncer de pele. O FPS, para o dia a dia, nunca deve ser menor que 30 para rosto, colo, pescoço e mãos (regiões da pele mais sensível) e 15 para o restante do corpo.

6.Consumo de açúcares e gordura.

Em excesso, o açúcar é responsável por outro processo de envelhecimento celular chamado “glicação”. “O açúcar se liga às proteínas da pele, como o colágeno, provocando a rigidez destas proteínas. Assim ela perde a função de elasticidade, deixando a pele flácida e com rugas”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi. Já a gordura em excesso fica acumulada no tecido subcutâneo de forma irregular, provocando gordura localizada e celulite.

 

 

 

7.Falta de alimentação equilibrada, ricas em antioxidantes.

“Uma dieta equilibrada, rica em vegetais, incluindo frutas diversas, leguminosas, cereais e hortaliças é a melhor proteção contra os radicais livres, inimigos da pele”, explica a nutricionista Daniela Cyrulin. As substâncias ativas encontradas nestes alimentos são excelentes antioxidantes que neutralizam a ação destes radicais. Priorize alimentos ricos em: Vitamina C (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, tomate), vitamina E (amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema de ovo, vegetais folhosos), vitamina A (cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis, melão), bioflavonoides (frutas cítricas, uvas escuras ou vermelhas), entre outros nutrientes encontrados em alimentos frescos.

 

8. Dormir mal.

Sem sono adequado não existe reparo. Durante o sono, produzimos hormônios “rejuvenescedores”, como a melatonina e o hormônio do crescimento. Estes hormônios são “calmantes” e reparadores. A falta de sono provoca estresse e não dá tempo para o organismo descansar. Resultado: pele sem viço e com olheiras.

 

 

 

9. Sedentarismo.

A prática de atividades físicas traz muitos benefícios para o corpo e para a pele. Melhora a circulação sanguínea da pele, melhora o metabolismo do organismo (evitando o processo de glicação), combate o estresse e melhora a qualidade do sono. Além disso, combate a flacidez, a celulite e a gordura localizada.

 

 

 

10. Dispensar o hidratante.

É necessário ter cuidados para proteger a pele das agressões externas, como o vento, o frio, a poluição e os raios solares. Um rosto bem hidratado apresenta uma boa elasticidade, já uma pele desidratada costuma apresentar mais flacidez e rugas. “O ressecamento pode ainda trazer consequências como dermatite e descamação”, diz a dermatologista Paula Cabral. Com o envelhecimento, as glândulas sebáceas diminuem em número e tamanho, deixando a pele mais ressecada. “O ressecamento superficial da pele causa alergias e coceira, diminui a elasticidade da pele e agrava as rugas. Portanto, além de beber líquidos, a pele terá benefícios extras se for hidratada com cremes e loções”, explica a dermatologista Daniela Taniguchi.

Fonte: Minha Vida

 

Limpeza doméstica melhora vida de alérgicos

23 de novembro de 2011 às 19:39 Comente!

Já não é novidade que a rotina de quem sofre de alergias como asma, faringite e rinossinusite merece cuidados especiais. Entre as medidas mais importantes, os especialistas destacam a garantia de um ambiente arejado e longe de poeira. E, a adoção de determinados hábitos de limpeza doméstica será essencial para evitar que crises respiratórias e os seus conhecidos incômodos, como coceira no nariz, dores na garganta, obstrução nasal, coriza, falta de ar, chiado no peito e espirros, tornem-se uma freqüente na vida do alérgico.

“O método ambiental é sem dúvida o menos custoso e extremamente eficiente para evitar crises”, destaca o otorrinolaringologista Pedro Guilherme Cavalcanti. Ele explica que ações como limpar os móveis e piso com panos molhados, evitar cortinas e carpetes e o uso de bichos de pelúcia, deixar o ambiente arejado com janelas e portas aberta e entrada do sol, fazer uso de lençóis e colchões anti-ácaros, não usar produtos de limpeza com cheiro forte, evitar animais dentro de casa, além da prática constante de esportes, fazem toda a diferença para a saúde e bem estar do paciente.

A dona de casa Lucia Medeiros da Silva, mãe do pequeno Sergio Ferreira, de oito anos, sabe bem o que é isso. O menino sofre de rinite alérgica e sinusite e, segundo Lúcia, depois que ela resolveu aplicar com disciplina as orientações que o médico da criança a fez sobre a forma ideal de higienização do quarto e outros cômodos da casa, a vida no menino ficou bem mais tranqüila. Ela conta que agora troca pelo menos três vezes por semana os lençóis de cama e coloca os travesseiros e colchões da casa para levar sol uma vez por semana. Além disso, trocou o espanador pelo pano úmido para higienização dos móveis e se livrou das almofadas da sala.

“Já sabíamos que ele tinha alergia, mas relaxávamos nesses cuidados e toda semana estávamos no pronto-socorro, porque ele levantava à noite com dor de cabeça, febre e reclamando que estava com falta de ar pelo nariz estar entupido. Desde o ano passado faço tudo direitinho e percebo que a freqüência das crises diminuiu. A última foi no começo de janeiro, acho que pelo período de chuva e mudanças de clima com a chegada do verão, mas só. Está brincando e indo para a escola todo dia”, coloca.

Outra observação é em relação ao uso de ventiladores e aparelhos de ar condicionado. Dr. Pedro Guilherme explica que o segundo é menos agressivo que o primeiro, pois o ventilador arremessa a poeira presente no ambiente, que acumula fungos, ácaros, resíduos de alimentos e insetos, na face do indivíduo. Justamente alguns dos principais causadores de crises. No caso do ar condicionado, uma forma simples de diminuir os efeitos negativos é o cuidado com a limpeza. Revisões periódicas dos filtros são indispensáveis.

Além de todos esses cuidados externos, para quem tem crises constantes, o otorrino chama atenção ainda para a importância do tratamento medicamentoso, como vacinas imunoterápicas e os tratamentos de controle (antialérgicos de forma continuada ou local, mas de baixas doses), para a diminuição dessas alergias. “Quando necessário, também é feito o uso corticóides, sejam eles locais ou sistêmicos, e também o de antimicrobianos, isso a partir da observação do médico de breves sinais infecções que podem estar confundindo ou associados ao quadro alérgico”, acrescenta.